segunda-feira, 13 de maio de 2013

Shrek estreia dia 15 de maio

Fonte: Claudia Cozzella (Acontece Curitiba)

Um ogro pouco educado, mas extremamente simpático, apaixonado por uma princesa fora dos padrões de beleza vigentes, acompanhado por um burro falante e lutando contra um nobre trapalhão: assim é a história de Shrek, o anti-herói verde que tomou de assalto palcos e telas e se tornou uma mania mundial. Líder de bilheteria em quatro longa-metragens produzidos por Hollywood, musical de sucesso nos palcos da Broadway e em Londres, o espetáculo poderá ser visto por adultos e crianças pela primeira vez em Curitiba. Produzido pela Kabuki Produções e pela XYZ Live, e com realização da Seven Entretenimento, “Shrek – o Musical” desembarca na capital paranaense nesta quarta, dia 15 de maio, para uma curta temporada de apresentações que segue até domingo, dia 19, no Teatro Positivo Grande Auditório   (R: Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300). As sessões de quarta (15) a sábado (18) acontecem às 20h, e no domingo (19) às 16h.

Para a versão brasileira, “Shrek – o Musical” ganhou direção de Diego Ramiro (“O Médico e o Monstro”), direção musical de Marcelo Castro, vencedor do prêmio Shell de 2011 por “O Violinista no Telhado” e versão das músicas para o português a cargo do experiente Claudio Botelho. No elenco, Diego Luri vive Shrek, Sara Sarres dá vida a Fiona, Marcel Octavio é Lord Faquaard e o papel do Burro foi entregue a Rodrigo Sant’Anna, sucesso em todo o Brasil pelos personagens de Valéria e Adelaide, no programa “Zorra Total”. Completam o elenco outros 23 atores, que se revezam no coro e nos demais papéis. O espetáculo, que custou R$10 milhões, terá duração de 2h, com intervalo de 15 minutos entre primeiro e segundo atos.

Apesar de ter se baseado no primeiro filme da série, o musical conta a história de um ogro que foi expulso de casa aos sete anos e vive isolado num pântano na floresta do reino "TÃO TÃO DISTANTE". Sabe que é um ser assustador e se diverte com isso. Parece não ter nenhum tipo de sentimento mas, no fundo, tem um coração gigante. A versão brasileira conta detalhes extras sobre a história de Shrek e Fiona, relembrando sua infância e explicando, por exemplo, por que o Lord Farquaard é anão.
“A história é aquela que todos conhecem, só que apresentada de outra forma. O legal é que “Shrek” acaba sendo um ótimo entretenimento para a família toda. Para o filho, o pai, o avô...”, celebra Diego Ramiro, o diretor da versão brasileira do musical da Broadway.

Os rostos de Shrek e Fiona-ogra são feitos de prótese de silicone e os atores enfrentam em média cerca de três horas de caracterização. Um dos pontos altos do espetáculo é o momento em que a princesa Fiona se transforma definitivamente em ogra aos olhos do público, através de um número de levitação, concebido pelo trabalho do maior ilusionista brasileiro, Issao Imamura.

E o Burro também tem seu “final feliz” nessa história. Assim como no filme, ele termina com a dragoa (um boneco com oito metros, 30 quilos e cinco manipuladores), que entra em cena voando e cuspindo fogo atrás de seu amor. Estão presentes também no espetáculo, personagens dos clássicos contos de fadas, como o Pinóquio, que promete surpreender o público com seu nariz que cresce através de um efeito especial, os Três Porquinhos e o Lobo Mau, todos “figurantes” do filme “Shrek”.

Um dos mais bem-sucedidos personagens da indústria do entretenimento na atualidade, Shrek surgiu no livro ilustrado escrito por William Steig em 1990. O primeiro filme foi feito em 2001, e seu êxito gerou três continuações em 2004, 2007 e 2010, todas enormes sucessos de bilheteria. O espetáculo estreou na Broadway em 2008 e, atualmente, está em turnê pelos Estados Unidos. A versão britânica iniciou suas apresentações no West End de Londres, em 2011, e segue em cartaz.

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